
Perderam as tintas
Quiseram evoluir
E acabaram ficando iguais
O que está por vir?
Esse pensamento
De cor ou de momento
De consumo intenso
Ou de abstração?
É uma tentação
Dispensar a tecnologia
Mas ela tirou a magia
Das cores que teve um dia
Os carros hoje cinzas
Revelam uma verdade
O que antes tinha cor
Hoje transborda sobriedade
Não se sabe se é o medo
A ironia ou o desejo
Hoje eu tenho um carro prata
Sim, a carne é fraca
Essa indústria que hoje em dia
Tinha tudo pra crescer
É agora desbotada
Por que?
Perguntou a pessoa errada.
Quiseram evoluir
E acabaram ficando iguais
O que está por vir?
Esse pensamento
De cor ou de momento
De consumo intenso
Ou de abstração?
É uma tentação
Dispensar a tecnologia
Mas ela tirou a magia
Das cores que teve um dia
Os carros hoje cinzas
Revelam uma verdade
O que antes tinha cor
Hoje transborda sobriedade
Não se sabe se é o medo
A ironia ou o desejo
Hoje eu tenho um carro prata
Sim, a carne é fraca
Essa indústria que hoje em dia
Tinha tudo pra crescer
É agora desbotada
Por que?
Perguntou a pessoa errada.

4 comentários:
Antes de mais nada, eu achei muito bonitinho.
Tudo perdeu as cores. Antes fossem só os carros a ficarem assim...
Aí, na tentativa de contrariar aquilo que quase inevitável, eu coloco cor em tudo que me rodeia.
Ridículo é o 'padrão', uma porra de uma fila prateada no meio da marginal. Tô fora!
Tipo letra de gabriel o pensador
Sim vivian, poesia adaptada a realidade social atual
vivemos na tal sociedade pós-industrial.
refleché, refletir e sonhar (?)
abraços,
Gustavo
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